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Caldas Novas – V

Últimos dias e horas em Caldas Novas. Nós estamos no saguão do hotel, aguardando a chegada do pessoal da CVC.

No dia 11 nós ficamos praticamente o dia inteiro no Water Park e no Clube Prive. Na chegada, o hotel nos deu uma pulseira que nos permitiu ir em ambos os parques aquáticos.

Nós fizemos um intervalo para almoçar no Riviera Park, com um brinde que ganhamos depois de ficar ouvindo um corretor falando dos empreendimentos da rede e nos oferecer a proposta de propriedade compartilhada. A ideia é interessante, mas nosso orçamento está apertado, o que não me impediu de ver se há tal sistema para ter um Mini Cooper.

Mais tarde, no início da noite, eu, o Alberto e as meninas fomos na Cervejaria B2 Beer, onde nós tomamos duas cervejas. Nós fomos dormir às 23h.

Dia 12 foi só para comer o desjejum e arrumar as malas. Nós fizemos o check out às 11h e o pessoal da CVC veio nos buscar às 13h. Com todo o processo de colocação de malas dos passageiros, nós seguimos ao aeroporto às 13:20.

Chegamos no aeroporto e conseguimos fazer o check in às 14h e nós vamos decolar às 15:15. Aterrissamos e pegamos as bagagens às 16:40. Em Guarulhos, nós pegamos o ônibus da TAM para Congonhas às 17:40.

Nós chegamos em Congonhas às 18:30 e vamos de Uber para casa. Nós chegamos às 19h e, com isso, o relatório de viagem acaba.

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Caldas Novas – IV

Bom dia, Caldas Novas. São 8h e nós estamos começando o dia com um desjejum.
Nossa programação de hoje: Water Park. Tem várias piscinas e toboáguas. Eu fui só em cinco.

Próxima parada: almoço no apartamento da patota e mais piscina.

Só às 19h voltamos para tomar banho, trocar de roupa e comer pizza. Mas antes nós demos uma volta pela cidade em um dos “trenzinhos”. O lugar que escolhemos é a pizzaria Du Chef, perto da Feira do Luar. Demorou para ficar pronto e o detalhe é que a pizza é servida na embalagem de cartolina com uma espátula em formato de triângulo, a pizzaria não fornece talheres nem pratos.

No caminho, eu comprei duas cervejas na cervejaria vizinha ao hotel, para compensar segunda. Desmaiamos às 23 h.

Caldas Novas – III

Nós acordamos 6:30, antes do despertador ajustado para 7:00. Nós nos arrumamos e descemos para o desjejum no refeitório do hotel. O salão não estava cheio e o buffet tinha frutas, pães, bolos, tortas e algumas comidas quentes.
Voltamos ao quarto para pegar as coisas para fazermos o city tour.

Nós fizemos uma parada em uma loja de doces típicos e cachaças. Eu estou levando uma geleia de pimenta. Dali nós fomos ao shopping Serra Verde e ao Jardim Japonês.

Saindo do parque, a próxima atração é o casarão da família Gonzaga. Depois passamos em uma cachaçaria (essa é a terceira) e eu escolhi um licor com ervas.

Ato final: a programação do passeio nos levou a um restaurante próximo de onde estamos hospedados, então resolvemos pegar as compras e almoçar em um self service. Nós achamos um e almoçamos às 14:30.

Esperamos fazer digestão e então nós fomos na piscina do hotel. A água é quente e mais densa, é como se a piscina fosse de água mineral. Relaxante e nem percebemos o tempo passar. Era começo de noite quando a patota veio e nós fomos na Feira do Luar. A Kátia comeu galinhada com pequi e eu comi um empadão goiano. Apagamos às 23.

Caldas Novas – II

4:30 nós acordamos.

5:00 nós nos arrumamos.

6:00 nós chegamos ao aeroporto para o check in.

7:00 nós começamos o embarque.

7:30 decolagem.

8:50 aterrissagem.

10:00 nós chegamos no hotel e estamos fazendo o check in.

11:00 finalmente entramos no quarto.

13:00 nós andamos meio perdidos, mas achamos onde a patota está hospedada e almoçamos.

18:00 uma siesta.

19:30 nós fomos na Feira do Luar.

22:30 nós apagamos.

Caldas Novas – I

[pré-história]27/09: Kátia foi na CVC e conseguiu achar um pacote de 5 dias para Caldas Novas [Goiás] para passarmos as férias [com a patota também].

29/09: Este ultimo dia de serviço antes das férias foi tenso. Nosso serviço não é difícil nem complicado. Como é de praxe, todas as causas de problemas é o “fator humano”. Mas esse é o resultado do modelo neoliberal [privatização] onde se colocam funcionários terceirizados e delega-se a responsabilidade de recrutamento para micro empresas. A seleção é nivelada para baixo e somando os salários baixos, a consequência é uma diminuição na qualidade do serviço.

Sábado/domingo: Leseira costumeira de fim-de-semana. Nós fizemos compras de mês no Atacadão.

02/10: Conforme combinado, eu acordo 8:30, faço o café e depois vou fazer exercícios. Após voltar para casa, eu faço uma limpeza geral.

03/10: Eu estou quebrado de segunda. Mesmo assim eu vou ao centro com a Kátia até a 25 de Março e nós escolhemos uma armação nova para mim e compramos outros itens.

04/10: Eu ainda estou dolorido. Kátia vai ao Brás fazer compras e eu vou na Livraria Cultura e Martins Fontes [todas as livrarias estão na Avenida Paulista].

05/10: Eu celebrei a lua cheia de outubro. Nós encomendamos o óculos novo e pegamos os papéis da viagem.

06/10: Eu passei no ortodontista, na viagem eu também retirei alguns exames da Kátia.

Quinta e sexta: Eu resolvi as contas.

07/10: Nós arrumamos as malas para a viagem.

Livre de vírus. www.avast.com.

Liber de Occulta Confusionis

Oh, por quantos caminhos eu trilhei, por quantos sistemas religiosos e esotéricos eu perambulei, só minha sombra sabe.

Imitação, tudo é imitação, não há um único original.

Eu mesmo formei meu próprio grimório, meu próprio livro da lei e meu próprio texto sagrado.

Agora no alto de minha experiência e maturidade, o que eu vejo em volta são conflitos de egos, títulos vazios e cultos de personalidade, arrebanhando crianças em sua volta e fazendo do Conhecimento Antigo uma ridícula farsa comercial.

Em algo eu devo reconhecer no descrente: eles são criativos e fizeram várias sátiras religiosas, como o Pastafarianismo, a Igreja do Subgênio, a Igreja do Unicórnio Rosado Invisível. Pena que algumas sátiras de religião acabaram se tomaram a sério, como o Jediísmo e o Satanismo.

Mas eu estou adiantando a narrativa. Vamos começar do começo.

Eu comecei minha jornada no colegial, depois que o conhecimento secular finalmente atingiu uma espinha. Ao contrário de muitos cristãos [seja qual for sua vertente] eu li a bíblia para entender a diferença entre o conhecimento secular e o conhecimento bíblico. Ao contrario de muitos cristãos [seja qual for a vertente] os fatos estavam contra a bíblia e este livro sagrado foi descartado como fonte de conhecimento confiável e por um bom tempo eu fui ateu.

No entanto, ao contrário dos descrentes, eu não aceitava simplesmente as soluções ou explicações científicas. Quando eu era pequeno eu desenvolvi um interesse e curiosidade sobre o mundo espiritual, praticamente depois que meus primos e meu irmão tentaram me apavorar contando histórias de fantasmas ou me deixando de fora da “brincadeira do copo”. O que eu mais gostava eram histórias de terror e eu queria saber mais da história dos monstros, de preferência contada por eles.

Ainda que de forma velada, a bíblia conta de práticas e crenças que são definidas por bruxaria. Isso me levou a pesquisar sobre as crenças e religiões dos povos antigos. Ali começou minha jornada, em busca de minhas origens, de minhas raízes, de minha identidade.

Eu também estava em busca de aceitação, reconhecimento ou de pessoas que pensassem como eu, pois o que mais se tem nessa sociedade cristã é violência, segregação, preconceito, intolerância, ódio. Por um bom tempo eu estudei a história do Cristianismo para me livrar de vez dessa crença imposta.

Quando eu estive no fundo do poço, quem esteve do meu lado foram entidades que, para a concepção cristã, eram demônios e o Diabo. Então eu também fui satanista, por um bom tempo, até perceber que isto estava mais para uma paródia do que um sistema coerente ou original.

Sim, a internet. Eu comecei a “navegar” em 2001, nos quiosques do correio, no espaço que existia [gratuito] no Banco do Brasil [centro de SP] ou nos espaços cedidos pela Prefeitura. Ali eu consegui organizar e publicar meus escritos. Ali eu comecei a organizar e construir minhas páginas virtuais. Ali eu tive os primeiros contatos com grupos de todo o tipo: ateus, bruxos, satanistas. Tudo e qualquer coisa que desafiasse, que contestasse a Igreja, eu estava interessado.

Em 2002 e 2003 eu comecei a me interessar pelo Satanismo [La Vey] simplesmente porque muitas coisas que ele escreveu combinavam com o que eu havia escrito dos 18 aos meus 21 anos, uma obra que eu defino como minha catarse, o início de minha cura interior.

Esses trechos, tirados de outros textos meus, de meu outro blog, resumem a minha jornada, o meu caminho, até hoje. Os leitores que estiverem interessados na minha jornada espiritual dos 21 aos 51 anos, podem acessar o blog “Terra em Transe”, de minha autoria, o assunto aqui é outro.

Eu não devo estar dizendo coisa alguma de novidade quando eu digo que Satanismo é uma sátira religiosa que se levou a sério demais, o Satanismo é uma mera válvula de escape, uma armadilha pueril, que serve apenas para mentalidades imaturas. Assim como inúmeros outros fundadores de um sistema religioso, Anton Szandor Lavey foi um enorme charlatão que plagiou porcamente diversos sistemas mágicos, esotéricos e ocultistas. Em termos ritualísticos e filosóficos, o Satanismo não sustenta a si mesmo.

Eu vou me arriscar e dizer que a Wicca também tem mais furos e lapsos que, somente por um “salto de fé” [frase que o ateu usa muito] para levar a sério diversas de suas afirmações. Ainda causa muito incômodo entre os estudiosos e praticantes wiccanos a forte presença de Aleister Crowley, praticamente o “tio” da Wicca. Gerald Gardner, o fundador da Wicca, tinha mais vínculos com a franco-maçonaria do que com a Bruxaria Tradicional e a narrativa de sua “iniciação” tem tantas contradições que tornam os wiccanos tão crédulos quanto os cristãos são crédulos quanto ao “nascimento” de Cristo. Pouco se fala publicamente que o termo “gardneriano” foi cunhado por Robert Cochrane como um título pejorativo, em meio a uma disputa entre a Wicca e a Bruxaria Tradicional Moderna. Pouco se fala que Doreen Valiente, a “mãe” da Wicca, rompeu com Gardner por que ele não seguia as próprias “regras” que ele dizia pertencer ao Ofício. Pouco se fala que a “tradição alexandrina” começou quando uma pregressa de 1* de algum coven gardneriano “iniciou” Alex Sanders, quando apenas alguém de 3* pode fazê-lo. Pouco se fala das “iniciações” por telefone, por guardanapo de papel e os inomináveis “diplomas” que eram expedidos para “provar” a linhagem de pessoas sem bona fides a troco de dinheiro. Como se isso não bastasse, a Wicca “americanizou” e se tornou uma verdadeira “loja de conveniência”, de tal forma que é impossível sustentar mais a linhagem e a tradição, diante de tantas “tradições” de fundo de quintal e de tantos “sacerdotes” autoproclamados. Se a Wicca é a única religião legitimamente britânica, as “religiões da Deusa” e o Dianismo são religiões legitimamente americanas, no pior sentido possível.

Depois que o [autoproclamado] sacerdote diânico Claudiney Prieto, apesar de seus inúmeros textos atacando os princípios da Wicca Tradicional, foi aceito, treinado e iniciado em um coven com uma legitima linhagem Gardneriana, eu desisti de procurar e pleitear pelo meu treinamento e iniciação. Depois que eu fui feito de palhaço e fantoche por uma pessoa que se diz bruxa legítima, uma pessoa que traiu minha amizade, confiança e dedicação, eu parei de escrever minha jornada espiritual. Eu não estou afirmando que eu sou inocente, só minha sombra sabe o quanto eu contribui para minha péssima reputação e situação dentro do Ofício. Felizmente o Conhecimento Antigo está disponível na internet, o Caminho está diante de nossos olhos, os meus ancestrais continuam comigo e os Deuses Antigos estão ao alcance de todos.

Orlando’s days – IV

Para este dia, as “diretoras de evento” resolveram ir ao outlet Florida Mall, com a intenção de ir ao Best Buy e ao Toy R Us. Objetivo: encontrar o Xbox e o kinect para o Luiz [sobrinho]. Mas antes, nós passamos no outlet Premium, onde as meninas adquiriram bonecos de pelúcia da Disney.

Eu tinha separado minha lista de lugares e de compras para este dia, mas antes de ser dispensado, eu dei uma volta nesse outlet e encontrei algo inusitado: um energético composto com… canabis. O Florida Mall tem o jeitão de shopping como estamos acostumados, mas com um piso apenas. Ali próximo encontramos uma Toy R Us, uma Best Buy, uma Macys e uma Burlington.

Na Best Buy nós conseguimos encontrar o Xbox para o Luiz e um laptop para eu e a Kátia. Eu fiquei com vontade de olhar um PS Vita, mas desisti. Eu até procurei um tablete da Dell, mas achei apenas da Samsung e da Apple. Kátia esticou o olhar para as câmeras fotográficas. Eu pressenti que ela iria querer comprar uma.

Quando as meninas me dispensaram, eu fui aos lugares que eu havia planejado, mas não encontrei. Eu fui ao Downtown novamente e achei um belo parque e um lago. Aqui em São Paulo tem o Parque do Ibirapuera, mas este parque estava em condições incomparavelmente melhores. Para não perder a viagem, eu acertei o GPS para a Barnes and Noble mais próxima, mas antes fazendo uma parada para almoçar em um restaurante vietnamita.

O restaurante era bem aconchegante e não tinha muita gente. Na entrada tinha uma placa pedindo para esperar para que um atendente viesse indicar uma mesa. Veio um senhor e perguntou quantos eram e eu respondi que era só eu. A mesa era coberta com um tampo de vidro e tinha uma chapa, provavelmente para manter os pratos quentes. O garçom trouxe o cardápio e também talheres, apesar de eu saber usar o hashi.

Eu dei uma boa olhada no cardápio e achei os preços bons e acessíveis. Eu escolhi dois pratos [desculpem, mas eu esqueci o nome do restaurante e dos pratos] e pedi um copo com água. Enquanto eu aguardava meu pedido, eu observei que a mesa tinha uma cestinha com três molhos. Mais ao fundo, uma família comia fartamente.

Os pratos não demoraram muito e tinham porções generosas. Eu acho que eu tinha pedido ou pato ou porco. O arroz veio com salada e rolinhos salgados. Junto com a carne eu vi que tinha camarão e outros acompanhamentos. Dois molhos eu coloquei nas carnes e o molho marrom eu coloquei no arroz. Os dois molhos que eu coloquei nas carnes, um era apimentado e o outro era bem parecido com vinagrete. O molho marrom era doce, mas eu comi o arroz assim mesmo.

Eu comi bastante e fiquei satisfeito. Dali eu segui para a Barnes and Nobles. Esta livraria era bastante espaçosa e com bastante variedade. A Livraria Cultura e a Livraria Saraiva [nos shoppings daqui] tentam ser igual. Só que não. Ali eu encontrei diversos livros encadernados chamados “journal book”, lindos, alguns com capa de couro, onde qualquer pessoa pode escrever seu próprio livro. Eu escolhi e adquiri um desses, que acabei dando de presente para a Kátia e mais dois livros.

Novamente calculando bem meu tempo livre, eu retornei às seis da tarde e encontrei com as meninas na Marshall que tinha ali e fui também na Burlington. Nestas lojas eu fui mais sortudo. Eu encontrei um par de tênis e um casaco. As meninas, animadas, ainda passaram em outro Walmart, onde pegamos mais comidinhas.

Do quinto ao oitavo dia nós repetimos alguns roteiros que fomos até o quarto dia. Repetimos três vezes nossa visita ao Premium, fomos mais duas vezes ao Millenia Mall e mais duas vezes ao Target. Fomos mais duas vezes ao Best Buy e ao menos mais uma visita ao Toy R US. Eu fui a duas lojas de bebidas onde eu achei um licor de rum e café e levei uma garrafa de tequila. A ultima aquisição foi a câmera fotográfica, com maletinha, bateria extra e cartão de memória.

Algumas aquisições que acabei levando foram calças jeans de marca, mais um tênis de marca e um relógio de marca. Deixamos as malas prontas para irmos embora no décimo dia, pois reservamos o nono dia para passear um pouco pela cidade de Orlando, tentar ir em algum parque próximo ao hotel.

Então nós tentamos ir na Orlando Eye, mas desistimos ao ver que o estacionamento era pago e não tinha estacionamento gratuito próximo. Nós paramos em um Walgreen que tinha no cruzamento da International Drive com a Sand Lake Road. Caminhamos pelo complexo de atrações que cercavam a Orlando Eye, comemos batatas e tiramos várias fotos. No Walgreen eu achei uma bela garrafa de cerveja feita com cerâmica, mas como iriamos embora no dia seguinte e eu ia dirigir, achei melhor deixar para a próxima vez.

Quando voltamos ao hotel de noite, estávamos bastante cansados, mas eu demorei a dormir. Eu acertei o despertador para às oito da manhã. As meninas dormiram um pouco mais enquanto eu fazia um rescaldo do que faltava arrumar e fazia café pela ultima vez.

Tudo arrumado, eu fiz o check-out às onze e quinze e as malas estavam todas devidamente acondicionadas no carro. Voltar para o aeroporto não foi difícil e nos precavemos deixando moedas para o pedágio. Difícil foi encontrar a entrada certa para retornar o carro para a Alamo Rent a Car.

Descemos todos, um funcionário veio com um carro grande para pegar nossas bagagens enquanto o pessoal da Alamo recebia as chaves e fazia a leitura do GPS. Chegamos ao salão do check-in da Latam com uma fila, felizmente tínhamos bastante tempo. Para não deixar as bagagens sem vigia, cada um fazia o despacho das bagagens maiores. Eu fiz de duas, a Kátia fez de duas e a Regina fez de duas. Ficamos dentro do peso permitido. Eu estava levando comigo uma mochila e a caixa da câmera fotográfica. Kátia e Regina levavam quatro sacolas com outros itens e bagagem de mão.

Ainda tinha uma hora antes do embarque, então, para não perder o costume, as meninas foram no Duty Free no aeroporto de Orlando. Depois fomos ao saguão de embarque, ali também estava com uma fila comprida, então esperamos esvaziar. Embarcamos no avião às sete e meia. O avião decolou no horário previsto. Novamente, utilizei as oito horas de voo para ler um livro e cochilei por uma hora e meia apenas.

Chegamos em São Paulo às cinco e meia da manhã. Até acharmos todas as bagagens, saímos do terminal de desembarque às sete da manhã. Na saída, foi a nossa vez de passar por um equipamento semelhante ao que vimos em Orlando. Andamos pelo ônibus que interligava os terminais até chegar onde ficam os ônibus da Latam que ligam Garulhos com Congonhas. A fila estava grande, de forma que pegamos o segundo ônibus e saímos de Guarulhos às nove da manhã, chegando em Congonhas às nove e quarenta da manhã.

Meu cunhado chegou para pegar a Regina e eu às dez da manhã. Enquanto eles separavam em minha casa as coisas que ficaram misturadas, eu voltei com meu carro para Congonhas para buscar a Kátia e as outras bagagens. Enfim, fatura encerrada às onze da manhã, com almoço providenciado por meu cunhado. Eu e Kátia tomamos banho e dormimos até às cinco da tarde. Ainda demorou mais três dias para voltarmos ao ritmo normal, mas guardaremos Orlando em nossos corações.