Pimpinella em Ergostasipolis

[ATENÇÃO! NSFW!]

Nós pegamos o primeiro veículo cujo condutor se prestou a nos dar carona. A despeito de ser aquelas vans enormes, com três crianças, dois cachorros e muita bagagem, o tiozinho não tirava os olhos da Pimpe.

– Para onde vocês vão, crianças?

– Dona Mirtes, nós não queremos incomodar. Podem nos deixar na primeira cidade.

– Ai que horror! Osvaldo, a próxima cidade é Ergostasipolis, não é? [grunhido] Credo, Osvaldo, que modos! Olha, querida, venha conosco até a praia, lá é muito mais saudável.

– Fica para outra vez, dona Mirtes. Se a próxima cidade é Ergastroseila, é lá que nós vamos ficar.

– Ergostasipolis, querida. A cidade das fábricas. Vocês terão muitos problemas se forem lá.

– Está tudo bem, dona Mirtes. Nós vamos dar um jeito, né, Sapo?

Eu tento esboçar um sorriso e tento evitar ficar intrigado que dona Mirtes não ficou surpresa ou assustada com um sapo falante em roupas de bardo. Para distrair e evitar o assunto, eu entoo algumas estrofes do Mabinogion com o alaúde e as crianças prestaram tanta atenção que pararam com a algazarra. Uma ou duas vezes nós quase saímos da estrada e batemos, com o Osvaldo distraído, olhando o espelho retrovisor, tentando apreciar mais alguns centímetros de pele da Pimpe. Com ajuda de Fortuna, chegamos inteiros na intersecção.

– Olha, a cidade das fábricas fica depois da colina. Tem certeza que não quer ir conosco?

Dona Mirtes aperta as mãos na altura do coração, exsudando em instinto maternal. Osvaldo parecia perdido, no dilema de não poder mais apreciar as generosas curvas de Pimpe e de se livrar de mais duas bocas.

– Tenho sim, dona Mirtes. Fica para outra vez. Nós havemos de nos ver novamente. Nós e as crianças vamos brincar bastante, certo, pessoal?

As crianças enxugaram as lágrimas e gritam sim esfuziantemente. Pimpe fecha a porta e Osvaldo toca a banheira, com expressão mais enfezada. Ou porque perdeu a chance de “fazer um lanchinho” ou porque a algazarra voltou. Andamos, sim, conformados com as condições e Pimpe notou que eu estava com um enorme beiço [e eu sou um sapo].

– O que é que você tem, Sapo? Parece aborrecido.

– E tenho razão! Aquele velho, nojento, pegajoso, tarado, estava cobiçando seu corpo!

– Mesmo? Eu espero que seja verdade.

– Como é?

– Olha, Sapo, eu não sei como você e suas leitoras vão receber essa verdade. Eu sou feminista, sem dúvida, como muitas mulheres de minha época. Mas ao contrário do que dizem e apregoam, eu gosto de meu corpo, de minha sensualidade, de minha feminilidade. Eu sou segura de mim mesma, tenho excelente autoestima, mas tudo fica muito mais interessante quando eu vejo, sinto e observo que eu sou desejada por um homem. Ou mulher. Até mesmo um sapo [risadinha]. Qual a graça, o propósito, de uma flor ser colorida, convidativa, se não for para atrair borboletas? Então guarde sua birra, ficar com ciúmes de mim ou do desejo que outros homens tenham por mim não te fará ficar mais perto de meus dotes nem irá te favorecer para apreciar da minha companhia. O que quer e deseja de mim, apenas diga, de forma sincera, honesta e franca. O mundo todo seria mais simples, suave e fácil se todos fizessem o mesmo.

Eu inclinei-me de tal forma, feito tal postura que pedia algo recíproco de Pimpe. Dando uma risadinha, ela também se agachou, pronta para fazer aqueles lábios juntarem-se aos meus, enquanto meus olhos sorviam a visão daqueles vales revelados pelo decote quando soou aquela maldita sirene.

– Ai que susto! O que foi isso?

Eu estava para responder quando começou a aparecer essas criaturas, semi-humanas, tal era o estado em que caminhavam, vestindo apenas aqueles uniformes cor de cáqui e capacetes brancos.

– Oi pessoal! Que barulhão foi esse? Vocês estão indo para onde?

Eu estapeei minha testa com a ingenuidade e inocência de Pimpe. O que estava mais próximo respondeu algo mais parecido a um grunhido [parente do Osvaldo?], o que me fez imaginar que víamos cenas vindas de algum filme de zumbi.

– Hei, eu fui educada na minha pergunta, que tal mostrar educação e me responder direito?

– Vocês dois! Recrutas! O sinal já soou! Entrem na fila! Ah! Que desmazelo! Onde estão seus uniformes? Odete vai ver só! Vamos, depois eu vejo isso! Nós temos que manter a ordem, a disciplina e o horário!

Um serzinho, raquítico, pusilânime, começou a nos empurrar e nos colocar dentro de uma das filas daquele batalhão. O macacão dele é quase marrom e seu capacete é azul, daquelas criaturas é o único que porta acima do bolso uma plaqueta com um nome: Bartolomeu. Pimpe ria muito, para ela era tudo parte da aventura, uma enorme brincadeira e ela esboçou algumas palavras de desculpas enquanto piscava em minha direção, como que pedindo para manter a farsa.

Nós acompanhamos o grupo até um edifício feio, assustador, ameaçador, de onde espessa fumaça escura era emanada. Bart nos colocou em uma das inúmeras esteiras, cada qual contendo um time, esperando que aquelas máquinas começassem a funcionar. O som estridente do alarme, acompanhado de luzes piscantes girando indica que as máquinas foram acionadas e nossos “companheiros” também são ligados e entram em outro estado de torpor.

– Muito bem, como vocês são recrutas, vocês vão fazer o mais fácil. Olha, é só pegar uma porca e um parafuso, conforme chegam da esteira, mosqueá-los e devolver na esteira. Simples. Enquanto isso eu providencio o uniforme de vocês. O seu deve ser P [apontou para mim] e o seu deve ser M [apontou para Pimpe].

Bart deu meia volta e nos deixou, falando alguns impropérios contra a coitada da dona Odete [que ainda não tínhamos conhecido]. Alguns minutos depois começaram a chegar as porcas e os parafusos, em constância ordenada e monótona. Eu peguei um, peguei outro, rosqueei, depositei na esteira. [linha repetida várias vezes]. Bastou cinco minutos disso para eu perder o raciocínio. Felizmente eu mantive o gravador ligado. Eu não estranho então o estado mental dos demais operários.

– Oquei, oquei. Parece que vocês estão se saindo bem. Eu trouxe os uniformes. Vistam-nos.

Com a maior tranquilidade e naturalidade típica dela, Pimpe simplesmente tirou toda a roupa para colocar o uniforme. Bart ficou surpreso, assustado, passou de lívido a roxo. Só então ele percebeu que Pimpe era mulher. Deve ser algo tão incomum aqui que até mesmo alguns operários pausaram seus afazeres e viraram o pescoço na nossa direção.

– Ai, meleca, cacete, porra, caralho. Você é mulher. Não pode ficar na área operacional. Venha comigo que eu vou te levar ao setor de expediente, almoxarifado ou administrativo.

Minha pressão subiu quando Bart [propositalmente?] envolveu o flanco de Pimpe com seu braço e ela ficou dando tchauzinho para mim. O que segue nas linhas abaixo é escrito pela Pimpe.

Ai carambolas. Como que isso funciona? Eu vi o Sapo fazer isso muitas vezes. Eu só tenho que pegar a pena e pressionar no papel. Opa! Funciona! Olha só! Eu posso fazer florzinha, passarinho, coraçãozinho! § ♠ ¥ Que divertido! Opa, foco, Pimpe, foco.

Aquele homem estranho, de pele alaranjada [bronzeamento artificial?] e cabelos espetados conduziu-me para fora da área operacional. Eu fiquei chateada por ter que sair do meio dos meninos e mais ainda que Bart não tentou tirar casquinha de mim. Quando ele me envolveu nos braços, eu achei que ele ia me levar para algum canto e me comer, mas ele só me deixou em uma sala que mais parecia recepção de consultório odontológico [eu também sei usar palavras difíceis, viu?], com aquela decoração e mobiliário cafona, musica ambiente de elevador, uma baranga para recepcionar as pessoas e pessoas esperando ou trabalhando em algo.

– Odete, porque você não me avisou que um dos recrutas era mulher?

– Recrutas? Não estava previsto a chegada de nenhum recruta.

A tal da Odete tinha cara igual à da minha tia, fofoqueira e solteirona. Deusmelivre de julgar as pessoas, mas ela deve ser como minha tia, que fica mais cuidando das vidas dos outros porque não tem sua própria vida. Ela ficou me medindo detrás daquela escrivaninha puída, ensebada, envelhecida como ela.

– Esse bombonzinho deve ter sido enviado pela agencia de empregos. Deve ser a nova estagiária do diretor. Deixe-a comigo que eu a levo até lá.

A velhaca, certamente com ciúme, mal me conhecia e me desprezava por eu ter naturalmente aquilo que ela nunca teve ou nunca soube usar. Ela conseguiria alguma coisa só mudando suas vestes, eu vou inscrevê-la no Esquadrão da Moda. Que, aliás, é um programa no mínimo ingênuo, pois passa a ideia que basta um banho de loja, cabelo e maquiagem para acontecer uma transformação em nossas vidas. No caso de Odete, nem isso vai modificar a feiura que ela tem dentro dela.

Odete se deteve diante de uma enorme porta acolchoada, de onde alguns sons escapavam e ali bateu três vezes.

– Senhor diretor? Senhor diretor? Eu trouxe a nova estagiária.

[abafado]- Estagiária? [sussurros] Cinco minutos, por favor. [passos, coisas caindo]

A porta requintada se abre, uma loira aguada com a cara mais cínica do mundo olhou para mim como se eu nem estivesse ali, toda desgrenhada e mal conseguindo disfarçar que tinha se vestido com pressa. O diretor apertava o nó da gravata, igualmente desgrenhado, suado e com marca de batom no colarinho.

– Entrem, por favor. Eu não estava esperando uma estagiária, dona Odete. Quem te enviou, docinho?

– A White Light Empreendimentos.

– White Light, heh? [olhando] Bom, o que você sabe fazer? [insinuante]

– Absolutamente TUDO, senhor diretor. [eu devolvo a insinuação]

O diretor me mediu de alto a baixo, com olhos esbugalhados. Evidente que ele me via de forma diferente que dona Odete viu.

[tosse] – Ahem. Bom, isso eu irei avaliar. Obrigado, dona Odete. Pode voltar ao expediente.

A velhaca bufa e resmunga algo incompreensível. Dá meia volta e sai pisando pesado no chão forrado de tacos.

– Bom… vamos começar pelo começo… pelo básico. Eu sou o diretor, Willford Humble.

– Prazer em conhecer. Pimpinella Meialonga.

– Bom… hã… eu tenho essa pilha de papéis. Você consegue organizar em ordem de data?

– Fácil como dizer Pirlimpimpim.

– Pirlimquê?

Como se eu fosse o crupiê no cassino embaralhando cartas, eu peguei aquele calhamaço de papelada e com meus dedos ágeis tudo ficou organizado por nome, numero, data, valor. O senhor Will ficou boquiaberto, descrente no que acabou de testemunhar.

– Bom… hã… você adiantou um mês de serviço. Você sabe escrever carta? Datilografar?

Eu não sei se o que o Sapo faz pode ser chamado de “escrever” [hei!], mas esse equipamento faz algo parecido com datilografia. Eu acenei que sim.

– Entendo… eu vou precisar que a senhorita faça cartas, memorandos e envie e-mails. Pode se sentar e comece a escrever.

Eu então dei inicio ao meu plano. Propositadamente, com o equipamento em mãos, eu sentei no colo do senhor Will. No começo ele ficou assustado, surpreso, eu diria até rejeitando, nervoso, com medo do que poderia acontecer se fosse flagrado, mas eu acredito que isso não é algo desconhecido ou novidade nessa fábrica.

Conforme eu escrevo e digito as laudas, o movimento enérgico de minhas coxas e bumbum fazem com que o coitado do senhor Will perca o controle sobre seu corpo, como eu posso sentir nitidamente algo pressionar minhas pernas. Eu sei bem como se joga esse jogo e capricho na expressão de inocência e ingenuidade ao me virar para o senhor Will.

– Senhor Humble! O que significa isso? Está querendo me fazer mal? Eu sou uma donzela!

Isso é como a presa ter um corte sangrando na frente do predador. O homem direito, pacato, familiar e cristão deixa cair todas as máscaras. O senhor Will ergue-se da cadeira [o que me lançou em direção ao topo da mesa], rasgou minha saia, arrancou as calças e, tal como seus ancestrais pagãos, pôs seu amiguinho para trabalhar nas minhas carnes.

O jogo continua, senhor Will faz o que pode, movimentando e arremetendo aquela coisinha engraçada que me provocava cócegas, mas eu exprimia aquelas palavras que todo homem quer ouvir de uma mulher. As leitoras [feministas e lésbicas] que me desculpem, mas eu acredito que toda essa violência física e sexual deixaria de existir se nós, mulheres, encenássemos os papéis que os homens acreditam que nos está relegado. Sejamos vadias, putas, fáceis, submissas, servis. Eles se acham os maiorais, os dominadores, mas no curto e dramático final de seu reinado, inevitavelmente acabam rendidos, adormecidos, acabados, esvaziados.

O coitado do senhor Will está largado na poltrona, parecendo uma gelatina de carne, quente, mole e suando. Aprendam, colegas, que homem é o verdadeiro sexo frágil. Orgulhoso e territorialista, o homem vai sempre cuidar da sua fêmea. Nós só precisamos cativa-los. Ele pode ser nosso pai, nosso irmão, nosso tio, nosso primo, o vizinho. O coitado do senhor Will acha que ganhou a megasena, que é o senhor do mundo. Está no momento de dar o golpe.

– Senhor Humble… o que você fez comigo? Eu… eueueu… e se eu ficar grávida?

O coitado do senhor Will parece ter tomado um choque [ou de ter levado um relâmpago]. Ele arregala os olhos, levanta, cheio de adrenalina e de lívido passa a ficar vermelho.

– Senhorita Pimpe! A senhorita não pode falar isso! Se alguém ouvir… se alguém souber… ah! Alguém vai acabar notando… senhorita Pimpe, eu pago qualquer preço, mas você tem que garantir que isso jamais aconteça.

– Ah, senhor Humble, isso é fácil. O problema é outro [risos]. E nós dois? Como ficamos? Eu fiquei viciada em você. Se quiser continuar a receber meus… serviços [risos], eu vou querer mais do que dinheiro para uma pílula anticoncepcional.

O coitado do senhor Will assinou diversos papéis que me tornam praticamente dona de tudo. Hora de voltar para a área operacional e, com o Sapo, dar início na segunda fase do meu plano. Agora eu devolvo esse troço para o Sapo.

Eu peguei um, peguei outro, rosqueei, depositei na esteira. Eu peguei um, peguei outro, rosqueei, depositei na esteira. Eu peguei um, peguei outro, rosqueei, depositei na esteira. [slap – ai! – slap – ai!] Pimpe me devolve o artefato assim que eu recupero a consciência. O distinto editor me desculpe se a letra estiver tremida. Pimpe está com aquele sorriso estranho novamente. Ela me diz que executou a primeira fase do plano com eficiência e agora quer que eu dê conta da segunda fase, sendo que eu sequer sabia que existia um plano. Minha ignorância faz com que Pimpe me segure pelos ombros com força e, com os pés balançando no ar, eu sou sacudido. O distinto editor me desculpe se a letra estiver tremida.

– Sapo! Essa é sua chance! Vai lá e fala para os operários aquelas frases e ideias bonitas que você sempre diz sobre consciência e organização política! Com isso, nós podemos libertar eles dessa escravidão dissimulada!

Eu olho para Pimpe com um misto de desespero e desilusão. Bastou-me algumas horas nessa fábrica para eu quase perder todo e qualquer resquício de lógica, razão e consciência humana. Estas pobres almas deixaram de ser humanas há décadas. Mas Pimpe estava decidida e determinada. Eu, pobre coitado, só obedeço minha patroa. Eu respiro fundo, fico em cima de uma empilhadeira e começo a cantilena retórica que costuma fazer algum sucesso e efeito entre alunos [especialmente as colegiais – não pergunte]. No máximo dois ou três pausam alguns instantes, olham com aqueles olhos vazios na minha direção e voltam ao que estavam fazendo. Eu fiquei pelo menos duas horas tentando ter alguma atenção ou reação. Nada.

– Hei, você! Recruta! Batráquio! Volte ao trabalho! Aqui não é colônia de férias nem diretório sindical!

Bart, o chefe da área operacional, foi o único a dar atenção e reagir. Eu não sei se fico feliz ou triste. A mentalidade dele é a mesma de um capataz. Ele realmente acredita ser diferente, melhor que seus colegas de triste sina, só porque está revestido dessa autoridade emprestada.

– E aí, meninos? Quais são as novidades?

– Que? Mas… você não estava coma Odete?

– Sim e ela me deixou com o senhor Humble que, gentilmente, me dispensou, porque eu adiantei um mês de serviço.

– Dispensou é? Mas e isso na sua mão?

– Ah, é uma placa que eu peguei de recordação. Tecnicamente essa fábrica agora me pertence.

Eu olhei a placa. Aparentemente uma placa comum de fábrica, feita em metal, escrita “o trabalho enobrece”. Eu tinha visto esta placa antes e estava instalada nas vigas superiores [não me perguntem por quê]. De algum jeito ela conseguiu subir até lá, removeu a placa e voltou para o chão sem ser percebida [não me perguntem como].

– Vocês estão juntos nisso, não é? Vocês são um daqueles… agitadores… militantes… esquerdopatas [eu leio isso com muita frequência na internet, em comentários
feitos por reacionários].

– Oh, não senhor Bartolomeu. Como coproprietária dessa fábrica, eu quero e espero que ela gere muito lucro e riqueza. Com isso em vista, eu tenho um… projeto empreendedor… que irá mobilizar de forma radical os efetivos para maximizar a margem. Evidente que, para isso, eu terei que ir para Epicheirimapolis. Quer vir junto?

Resumo da estória é que nossa dupla virou trinca. Bart estava falando sem parar sobre a família dele lá em Springfield quando aconteceu a explosão. Felizmente nós estávamos na beira da rodovia, em distância segura, mas sentimos o vento quente vindo de onde outrora estava a fábrica. Eu terei que ensinar ao Bart as “regras da casa”. Sorte minha, ele ficou em estado de choque ao ver a sua gaiola ser convertida em uma enorme bola de fogo. Com jeito e paciência, ele vai entender que é melhor calar. Quando e se quiser, Pimpe vai nos explicar tudo, incluindo o motivo de ter pegado aquela placa.

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