Orlando’s days – IV

Para este dia, as “diretoras de evento” resolveram ir ao outlet Florida Mall, com a intenção de ir ao Best Buy e ao Toy R Us. Objetivo: encontrar o Xbox e o kinect para o Luiz [sobrinho]. Mas antes, nós passamos no outlet Premium, onde as meninas adquiriram bonecos de pelúcia da Disney.

Eu tinha separado minha lista de lugares e de compras para este dia, mas antes de ser dispensado, eu dei uma volta nesse outlet e encontrei algo inusitado: um energético composto com… canabis. O Florida Mall tem o jeitão de shopping como estamos acostumados, mas com um piso apenas. Ali próximo encontramos uma Toy R Us, uma Best Buy, uma Macys e uma Burlington.

Na Best Buy nós conseguimos encontrar o Xbox para o Luiz e um laptop para eu e a Kátia. Eu fiquei com vontade de olhar um PS Vita, mas desisti. Eu até procurei um tablete da Dell, mas achei apenas da Samsung e da Apple. Kátia esticou o olhar para as câmeras fotográficas. Eu pressenti que ela iria querer comprar uma.

Quando as meninas me dispensaram, eu fui aos lugares que eu havia planejado, mas não encontrei. Eu fui ao Downtown novamente e achei um belo parque e um lago. Aqui em São Paulo tem o Parque do Ibirapuera, mas este parque estava em condições incomparavelmente melhores. Para não perder a viagem, eu acertei o GPS para a Barnes and Noble mais próxima, mas antes fazendo uma parada para almoçar em um restaurante vietnamita.

O restaurante era bem aconchegante e não tinha muita gente. Na entrada tinha uma placa pedindo para esperar para que um atendente viesse indicar uma mesa. Veio um senhor e perguntou quantos eram e eu respondi que era só eu. A mesa era coberta com um tampo de vidro e tinha uma chapa, provavelmente para manter os pratos quentes. O garçom trouxe o cardápio e também talheres, apesar de eu saber usar o hashi.

Eu dei uma boa olhada no cardápio e achei os preços bons e acessíveis. Eu escolhi dois pratos [desculpem, mas eu esqueci o nome do restaurante e dos pratos] e pedi um copo com água. Enquanto eu aguardava meu pedido, eu observei que a mesa tinha uma cestinha com três molhos. Mais ao fundo, uma família comia fartamente.

Os pratos não demoraram muito e tinham porções generosas. Eu acho que eu tinha pedido ou pato ou porco. O arroz veio com salada e rolinhos salgados. Junto com a carne eu vi que tinha camarão e outros acompanhamentos. Dois molhos eu coloquei nas carnes e o molho marrom eu coloquei no arroz. Os dois molhos que eu coloquei nas carnes, um era apimentado e o outro era bem parecido com vinagrete. O molho marrom era doce, mas eu comi o arroz assim mesmo.

Eu comi bastante e fiquei satisfeito. Dali eu segui para a Barnes and Nobles. Esta livraria era bastante espaçosa e com bastante variedade. A Livraria Cultura e a Livraria Saraiva [nos shoppings daqui] tentam ser igual. Só que não. Ali eu encontrei diversos livros encadernados chamados “journal book”, lindos, alguns com capa de couro, onde qualquer pessoa pode escrever seu próprio livro. Eu escolhi e adquiri um desses, que acabei dando de presente para a Kátia e mais dois livros.

Novamente calculando bem meu tempo livre, eu retornei às seis da tarde e encontrei com as meninas na Marshall que tinha ali e fui também na Burlington. Nestas lojas eu fui mais sortudo. Eu encontrei um par de tênis e um casaco. As meninas, animadas, ainda passaram em outro Walmart, onde pegamos mais comidinhas.

Do quinto ao oitavo dia nós repetimos alguns roteiros que fomos até o quarto dia. Repetimos três vezes nossa visita ao Premium, fomos mais duas vezes ao Millenia Mall e mais duas vezes ao Target. Fomos mais duas vezes ao Best Buy e ao menos mais uma visita ao Toy R US. Eu fui a duas lojas de bebidas onde eu achei um licor de rum e café e levei uma garrafa de tequila. A ultima aquisição foi a câmera fotográfica, com maletinha, bateria extra e cartão de memória.

Algumas aquisições que acabei levando foram calças jeans de marca, mais um tênis de marca e um relógio de marca. Deixamos as malas prontas para irmos embora no décimo dia, pois reservamos o nono dia para passear um pouco pela cidade de Orlando, tentar ir em algum parque próximo ao hotel.

Então nós tentamos ir na Orlando Eye, mas desistimos ao ver que o estacionamento era pago e não tinha estacionamento gratuito próximo. Nós paramos em um Walgreen que tinha no cruzamento da International Drive com a Sand Lake Road. Caminhamos pelo complexo de atrações que cercavam a Orlando Eye, comemos batatas e tiramos várias fotos. No Walgreen eu achei uma bela garrafa de cerveja feita com cerâmica, mas como iriamos embora no dia seguinte e eu ia dirigir, achei melhor deixar para a próxima vez.

Quando voltamos ao hotel de noite, estávamos bastante cansados, mas eu demorei a dormir. Eu acertei o despertador para às oito da manhã. As meninas dormiram um pouco mais enquanto eu fazia um rescaldo do que faltava arrumar e fazia café pela ultima vez.

Tudo arrumado, eu fiz o check-out às onze e quinze e as malas estavam todas devidamente acondicionadas no carro. Voltar para o aeroporto não foi difícil e nos precavemos deixando moedas para o pedágio. Difícil foi encontrar a entrada certa para retornar o carro para a Alamo Rent a Car.

Descemos todos, um funcionário veio com um carro grande para pegar nossas bagagens enquanto o pessoal da Alamo recebia as chaves e fazia a leitura do GPS. Chegamos ao salão do check-in da Latam com uma fila, felizmente tínhamos bastante tempo. Para não deixar as bagagens sem vigia, cada um fazia o despacho das bagagens maiores. Eu fiz de duas, a Kátia fez de duas e a Regina fez de duas. Ficamos dentro do peso permitido. Eu estava levando comigo uma mochila e a caixa da câmera fotográfica. Kátia e Regina levavam quatro sacolas com outros itens e bagagem de mão.

Ainda tinha uma hora antes do embarque, então, para não perder o costume, as meninas foram no Duty Free no aeroporto de Orlando. Depois fomos ao saguão de embarque, ali também estava com uma fila comprida, então esperamos esvaziar. Embarcamos no avião às sete e meia. O avião decolou no horário previsto. Novamente, utilizei as oito horas de voo para ler um livro e cochilei por uma hora e meia apenas.

Chegamos em São Paulo às cinco e meia da manhã. Até acharmos todas as bagagens, saímos do terminal de desembarque às sete da manhã. Na saída, foi a nossa vez de passar por um equipamento semelhante ao que vimos em Orlando. Andamos pelo ônibus que interligava os terminais até chegar onde ficam os ônibus da Latam que ligam Garulhos com Congonhas. A fila estava grande, de forma que pegamos o segundo ônibus e saímos de Guarulhos às nove da manhã, chegando em Congonhas às nove e quarenta da manhã.

Meu cunhado chegou para pegar a Regina e eu às dez da manhã. Enquanto eles separavam em minha casa as coisas que ficaram misturadas, eu voltei com meu carro para Congonhas para buscar a Kátia e as outras bagagens. Enfim, fatura encerrada às onze da manhã, com almoço providenciado por meu cunhado. Eu e Kátia tomamos banho e dormimos até às cinco da tarde. Ainda demorou mais três dias para voltarmos ao ritmo normal, mas guardaremos Orlando em nossos corações.

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