Idade de consentimento e sociedade

“Todos Os Homens São Pedófilos?”, subtítulo “Dezoito é Apenas Um Número”, é um filme documentário de 2012 sobre sexualidade, dirigido pelo jovem cineasta alemão Jan-Willem Breure.

Pense na sua primeira paixão de infância. Talvez fosse um colega ou um amigo ao lado. Muito provavelmente, na escola e na vida adulta, suas afeições continuou a se concentrar em outros em seu grupo de idade aproximada.

O Brasil está cheio de garotas de 12 anos se relacionando com rapazes de 13-16 anos, onde eventualmente ocorrem práticas sexuais.

A própria mídia que vive tratando adolescentes como vítimas, não deixa de sexualizar adolescentes. Inclusive, a programação voltada para adolescentes é focada em sexo e relações amorosas que culminam em sexo (eles nunca falam de casamento ou se preservar para o casamento). Na verdade, a mídia não anda respeitando nem as crianças pré-púberes, quanto mais respeitar adolescentes. Pelo contrário, o que ela faz é infantilizá-los e ao mesmo tempo estimulá-los a prática sexual, criando o cenário ideal para o aborto e outras irresponsabilidades.

A puberdade é a responsável pelo mecanismo de atração sexual, que faz uma pessoa sentir atração sexual e, ao mesmo tempo, ser sexualmente atraente. Ou seja, a pessoa vai sentir desejo, e também ser desejada, por outras pessoas.

A puberdade nas mulheres costuma começar aos 9 anos e terminar aos 13 anos. Puberdade antes dos 8 anos é considerada puberdade precoce.

A puberdade nos homens costuma começar aos 10-11 anos e terminar aos 15 anos. Puberdade antes dos 9 anos é considerada puberdade precoce.

A legislação não faz distinção alguma. Todos os menores de 14 anos são considerados igualmente incapazes.

Será que alguma garota de 12 anos vai deixar de fazer sexo por ser legalmente incapaz? Não é comum garotas iniciarem sua vida sexual às escondidas? Se elas, muitas vezes, não respeitando nem os próprios pais, irão respeitar uma legislação que as trata como incapazes? Ou a tendência será delas serem a cada dia mais irresponsáveis? Afinal, por lei, são consideradas sempre vítimas, coitadinhas, que não têm o discernimento para consentir. Logo, não deixa de ser uma tentação “aproveitar” essa fase para ariscar mais e degustar do prazer sexual com maior tranquilidade, já que em caso de gravidez, basta ir ao sistema de saúde para receber seu atendimento como “vítima de violência sexual“. A pesar das DST´s e dos anticoncepcionais, a gravidez ainda é a maior preocupação de quem pratica sexo. Tratar as adolescentes como incapazes só tende a minguar a preocupação delas mesmas com uma possível gravidez e contribuir para o uso cada vez mais recreativo, promíscuo e irresponsável do sexo.

A prostituta Lola Benvenutti, de 21 anos, perdeu sua virgindade aos 11 anos de idade com um homem de 30 anos. Será que ela foi uma incapaz aos 11 anos de idade? Ela mesma diz que não era incapaz coisa nenhuma e que ainda estava com mais vontade de fazer sexo que o seu parceiro.

Adolescentes não engravidam por doença, elas engravidam por estarem na época de poderem engravidar. É algo natural! Quem for pesquisar a história da humanidade verá que a gravidez na adolescência sempre foi comum. É a regra, não a exceção. O comum, durante toda a humanidade, foi mulheres adolescentes casarem e terem seus filhos. Inclusive, os pais da Igreja e outros escritos citam Maria, a mãe de Jesus, como sendo uma jovem de não mais que catorze anos de idade.

Judias casavam por volta dos doze anos de idade. As referências sobre Maria não é exceção. O desposo seria em torno dos doze anos, e o nascimento de Jesus cerca de um ano mais tarde. Não muitos diferentes de Israel, na Roma antiga, as mulheres se casavam antes dos 12 anos e os meninos a partir dos 14 anos. Após o Novo Testamento, judeus passaram a fixar idades mínimas para o casamento (mulheres: doze anos e homens: treze anos). E os romanos estabeleceram as idades mínimas de doze anos, para mulheres, catorze anos, para homens.

Quem foi Maria se não uma garota de 12-14 anos desposada por um homem, chamado José, de idade avançada? José chega a ser citado tendo 90 anos!

Quem foi Maria se não uma mãe adolescente?

O “SIM” de Maria foi o “SIM” de uma adolescente. Não foi um “SIM” de uma trintona ou quarentona que querem pregar como “pessoa madura”, já que até quem está na fase dos 20 aos 30 está sendo considerado “imaturo”, “muito jovem ainda”, e blablabla.

A adolescência está sendo cada dia mais infantilizada. A fase da vida que sempre foi considerada parte da vida adulta está se tornando uma extensão artificial da infância.

Estão substimando a capacidade e maturidade inerente à adolescência. O adolescente tem plena consciência dos seus atos, têm domínio sobre a sua sexualidade e escolhas.

Então, se você considera um adolescente incapaz de fazer escolhas, então você está considerando o “SIM” de Maria como inválido, logo você é um anticristão.

Por isso, é coerente a tradição judaica onde a garota é considerada adulta com 12 e o garoto com 13 anos. É disso que estamos precisando hoje em dia, chamar essa galera para assumir suas próprias responsabilidades que lhe são inerentes.

A idade de consenso deve ser de acordo com a puberdade (dom de Deus). Não existem pré-púberes de 12 anos (a não ser por alguma doença). Mais de 12 anos para a idade de consenso, acabamos condenando o próprio povo de Israel e rejeitando aquilo que Deus definiu. Foi Deus quem definiu a puberdade. Não podemos considerar ilegal algo que é legitimado pelo próprio Deus. [Foco Cristão]

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