Dos males, o menor – IV

Depois de mais um par de dias, os intréoidos moradores de Slugville retornam ao seu lar, assim que entram na cidade são cercados por um tipo de cerca elétrica.

– De onde vem? Aonde foram? Não sabem que não podem fazer qualquer atividade no domingo?

– Irmã Amarela, essa lei foi revogada há um bom tempo, nós não guardamos o domingo.

– Bobagens! Vocês estão querendo me enganar! Domingo é o Dia do Senhor e ninguém deve trabalhar! Vão ter que ir para a prisão!

Os moradores estavam se espremendo entre si, esperando serem capurados ou coisa pior, quando a Irmã Amarela foi detida.

– Espere, Irmã Amarela. Estes homens não adoram mais o Senhor do Domingo. Eles agora adoram os Deuses Antigos. Deixe-os em paz.

– Quem é você? Eu nunca o vi em Slugville.

– Eu venho de longe. Eu sou o Mestre do Sabat.

– Mestre do Sabat? Nossa irmandade fala muito sobre você. Como eu sei seu histórico de crimes, você não me deixa outra escolha senão destruí-lo!

– Vá em frente. Tente.

A Irmã Amarela saca uma lança mágica e ataca o Mestre do Sabat com todas as forças que tinha. Move-se com rapidez e vigor, mas parece que tenta atingir uma sombra. Nenhum golpe, nenhuma mágica parece atingir o Mestre do Sabat. NNa primeira brecha de seu ataque, o Mestre do Sabat domina completamente a Irmã Amarela com fortes tentáculos, vindo do chão, de seu corpo.

– Ah! Maldito! Você me pegou! Mas não vai conseguir me vencer!

– Será? Eu nem comecei com meus golpes.

Com um ligeiro aceno, os tentáculos se movem e rasgam o unifrome da Irmã amarela por inteiro, revelando sua beleza asiática.

– Oh! Pervertido! Isso não irá me deter!

– Realmente? Então eu tenho que começar a usar a minha técnica e mágica.

Com vigor, os tentáculos iniciam movimentos ao longo do corpo da Irmã Amarela, deixando-a excitada. Assim que seu corpo começa a demonstrar excitação. os tentáculos penetram por sua boca, ânus e vagina. Sem ter como escapar, a Irmã Amarela apenas geme, até atingir o orgasmo. Assim que ela atinge o êxtase, suas armas se quebram e ela volta a si, como se estivesse em um transe.

– Onde estou? Ah! Eu estou nua! E toda satisfeita! Quem é você e o que fez comigo?

– Eu sou o Mestre do Sabat. Eu te libertei de suas amarras pelo prazer e pelo sexo. Vá, minha jovem, você está livre.

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