Meu daimon – II

Cipriano chegou com seus pais na cidade de Saragoza, one foram recebidos por um tio de segundo grau que os levou até a Nona Guardia, como a avó de Cipriano era conhecida. Inquieto, Cipriano chamou de longe sua avó.

– Nona! Nona!

– Eu vou agora mesmo! Cipriano! que bom destino te traz aqui?

– Boa tarde, dona Serena, eu trouxe meu filho para que ele possa ter seu próprio daimon.

– Oh, que bom! Obrigada por confiar ele a mim, Tertuliano.

– Leucoetea vem em seguida. A carruagem onde ela estava quebrou o eixo da roda.

– Então vamos todos arrumar a mesa, assim podemos todos comer assim que meu bebê chegar.

Foi o tempo de requentar a comida, arrumar a mesa, posicionar os pratos e talheres, abrir uma garrafa de vinho e cerveja e servir o assado que a mãe de Cipriano chega, senta e se serve. Depois de todos se alimentarem, esperaram o tempo da digestão conversando, fazendo piadas e música.

– Bono, bono! O sol se foi. Podemos ir até a Casa di Averno onde Cipriano poderá encontrar com alguns daemons. Eu espero que vocês tenham vindo com os preparativos.

– Mamãe! A senhora acha mesmo que eu iria esquecer a herança de nossa família?

– Ah, querida, muita coisa nós deixamos de lado quando vivemos nas urbes. Mas se vocês vieram preparados, vamos andando.

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