Venera sama – VI

No dia seguinte, acordamos na caserna com a chamada da Roboko para o café da manhã, cortesia de Asuta. Em seguida, alguns exercício táticos e com armas com o General Pepel. Chegando a hora do almoço, a comandante Plamia sama vem para o treino e combate físico com os soldados, que geralmente correm ou se escondem atrás dos mais fortes. Força física não é o bastante para acompanhar Plamia sama e em breve a maioria está no chão, gemendo de dor, feridos. Enfim, sinal do almoço.

– Durak! Me acompanhe!

Os demais se afastam rapidamente, poucos lançam um olhar de despedida, certos de que eu acabaria morto. Eu obedeci e fui atrás da minha comandante Plamia sama. Entramos no quartel general e em algum lugar próximo do laboratório de Natasha, Plamia sama me pegou pela gola e me derrubou na maca.

– Durak, por ordem de Venera  sama eu tenho que testá-lo para sua próxima missão. Está pronto?

– Hã…acho que sim, comandante Plamia sama.

– Me chame de Itsuka, Beto. Tire seu uniforme.

Ela rasga seu exíguo uniforme de batalha, revelando seus belos e firmes seios, suas belas e perfeitamente torneadas pernas, seu bumbum maravilhoso e harmônico. A resposta do meu corpo é rápida e eficiente. Plamia sama olha para minhas partes baixas e demonstra surpresa, um certo medo, mas também um olhar de aprovação.

– Muito bem, Beto! Vejo que você tem a ferramenta e a arma certa. Mas será que sabe usá-la?

Sem me dar tempo de pensar ou responder, Itsuka pula em cima de mim invertidamente e nós ficamos face a face com nossas partes íntimas. Itsuka começa a beijar, lamber e me sugar, eu não posso hesitar, então eu começo o meu show de língua.

– Ahmnmm. Você tem o dom da língua, Beto. Vejamos quanto tempo sua pistola dura antes de disparar.

Com uma incrível habilidade e rapidez, Itsuka volteia sobre mim e encaixa sua fenda em meu tronco. Eu a sinto aberta, pronta e úmida. A penetração é funda e ritmada. Os quadris dela iniciam um rítmo acelerado, vertiginoso. Eu não consugo durar 15 minutos e subitamente esguicho um longo, forte e volumoso jato de minha seiva. Itsuka geme em êxtase e com os olhos mergulhados no prazer, eu quase posso vê-la sorrir.

– Ohhmmhm. Nossa! Puxa! Caramba! Eu nunca senti prazer assim antes. Meus parabéns, você passou no teste. E este é o meu prêmio para você por ficar ao meu lado.

Calmamente, meio cambaleando, Itsuka anda até a porta do quarto, abre a porta para deixar Venera sama entrar.

– Enfim! Beto, parabéns. Você mostrou seus dons. Agora, para que possamos conquistar o mundo, para que o mundo mude, para que haja uma Nova Era, é necessário que o Céu se una à Terra. Eu estou feliz que seja você.

Assim, sem chances, sem aviso, sem preparação, Venera sama continua a me montar. Eu me mantive consciente apenas por mais 30 minutos. Quando jorrei mais uma vez, eu desfaleci. Mas não que eu esteja me queixando. Se o mundo acabar, eu morro feliz.

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