Venera sama – I

– Então, Beto, você acha que o público está pronto para saber de como me encontrou?

– Não, Venera sama. Em Udogawa talvez, mas não em São Paulo. Mesmo assim eu quero contar essa história.

– Bom, o blogue é seu, o pescoço também. Desde que isto não interfira nem atrapalhe em suas funções em nossa Sociedade, eu concordo.

– Talvez seja interessante explicar para os leitores como separar o anime da Sociedade.

– Isso é simples. Com tantos filmes no cinema, deve ser fácil perceber que existem personagens, reais e fictícios, dentro e fora da tela.

– Então Hoshimiya Kate é uma atriz, enquanto a pessoa real é Venera sama?

– Preste atenção! Eu sou Kate e Venera! Eu deixei ser filmada para o anime para que todos ouvissem e soubessem da minha mensagem!

– Ai! Sim, Venera sama, eu sei, mas os leitores não sabem. A senhorita pode resumir sua mensagem ao mundo?

– Que a Luz de Zvezda brilhe por todo mundo. Não é muito dificil.

– Mas e a conquista do mundo?

– Que gente dificil. Isso também é simples. O mundo deve render-se a mim. Somente quando eu conqusitar o mundo é que haverá liberdade.

– Isso está confuso, Venera sama. Como o mundo pode ser livre se for conquistado?

– Preste atenção! O mundo está em confusão, guerras, violência, ódio e intolerância porque existem muitos líderes, cada um conduzindo as pessoas para direções e interesses contraditórios. Eu estou oferecendo ao mundo paz e verdadeira liberdade ao aceitar a mim como sua única líder.

– Ai! Sim, Venera sama. Como a senhorita pretende conquistar o mundo?

– Ai, ai. Mais uma pergunta simplória. O senhor tem certeza de que é um grande pensador? Eu conquistarei o mundo usando os soldados e os recursos da Sociedade Zvezda.

– Quais são os recursos e quantos membros tem a Sociedade?

– Isso é informação confidencial. As pessoas deviam primeiro ter a noção do meu poder.

– Qual é o seu poder, Venera sama?

– Pffft. Idiota! Não vê a estrela pairando acima de minha cabeça?

– Ai! Sim, Venera sama, eu vejo, mas e quanto a Galactika?

– Um dos meus recursos pessoais e privados. Mas eu posso manifestar meu poder por outros meios.

– E os kurukuru? São aliens?

– Presta atenção! Os kurukuru são um armamento militar biotecnológico que meros mortais não entenderiam.

– Ai! Sim, Venera sama. E seus comandantes?

– São humanos que me servem integral e totalmente, com felicidade, alegria e desapego. Cada um tem uma história, mas agora está na hora da minha soneca, depois continuamos.

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